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Domingo, 12 de Fevereiro de 2006
Natacha Atlas - 1/Fev/2006, Palau Música Catalana, Barcelona
Natacha_atlas3.jpg


Foi perante uma sala bastante composta que Natacha Atlas desfilou temas que encantaram o público. Sonoridades orientais e ocidentais (muito bem) cruzadas, a trazer ao de cima não só a qualidade vocal desta intérprete, mas também o eclectismo e a fusão patente nos seus trabalhos.
Numa banda composta por bateria, baixo eléctrico, teclados, darbouka e apoio vocal, Natacha Atlas cantou, encantou e até dançou, deixando a belíssima sala do Palau de la Música Catalana ao rubro.
As suas interpretações de “I put a spell on you” e “It’s a man’s world” foram arrepiantes, como se esperava, e os temas de outros álbuns anteriores revelaram-se bastante interessantes, com a roupagem mais “moderna” e “ocidental” conferida pela presença da bateria e do baixo eléctrico.
Ainda assim, os pontos altos da noite foram o solo de darbouka e a dança protagonizada por Natacha.
Como pontos menos positivos, ressalto o desempenho algo errático do teclista – que parecia não atinar com os volumes e sons escolhidos para os seus teclados –, e os problemas sonoros decorrentes do equipamento – o cabo de microfone de Natacha tinha um fio mal soldado, que provocava ruídos e interferências perfeitamente desnecessárias!!!!
Ainda assim, um concerto que se vai reter na minha memória, pelo espaço sublime em que se realizou, pela voz e sensualidade (ambas intensíssimas) de Natacha, por mais uma lição que confirma a fusão e a multiculturalidade como o futuro dos povos no mundo.


Para quem não conhece, aqui vai uma pequena biografia da Natacha Atlas.

Nascida em Bruxelas, meio inglesa, residente no Cairo e em Washington, Natacha Atlas é um “melting pot” cultural que serve de base para os projectos musicais em que se insere.
Começou por ganhar maior destaque quando foi integrada no colectivo Transglobal Underground, como vocalista principal e dançarina do ventre – desengane-se quem imagina uma dança do ventre para encantar turistas, ela aprendeu mesmo a técnica desde muito nova, ajudando a que os seus espectáculos tenham um lado ainda mais apoteótico a juntar-se ao aspecto musical.
Vocalmente, é muitas vezes referida como um cruzamento entre as melhores vocalistas do Médio Oriente com Elisabeth Frasier.
Diaspora (1995) foi o seu primeiro disco a solo, seguido de Halim (1997) e Gedida (1998), este último com a versão brilhante de “Mon ami la rose”, de Françoise Hardy.
Ayeshteni (2001) é o seu quarto disco, com versões de “Ne me quittes pas” do belga Jacques Brel e “I Put A Spell On You”, de Screamin’ Jay Hawkins.
Em 2003, Mike Nielsen e Jah Woble produzem Something Dangerous, uma mescla de línguas (hindu, francês, inglês e árabe) e de linguagens musicais. É também a primeira vez que colabora com outros vocalistas num disco seu, com convidados como Sinead O’Connor, Kalia, Inder Goldfinger ou David Arnold. O seu novo disco é Mish ma’oul (2006).
publicado por ladoc às 18:13
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