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Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2005
Concerto R.E.M. - 7/Jan/2005 - Pav. Atlântico, Lisboa
Este concerto começou por ser uma boa surpresa relativamente ao público que moveu. O Pavilhão Atlântico estava quase cheio, o que me surpreendeu, dado o facto de que este último álbum dos R.E.M. não parece ter o condão de atrair multidões. Ainda assim, são uma banda com um historial já bem firme, suficiente - pelos vistos - para encher salas, mesmo quando atravessam uma fase criativa menos fervilhante.
Musicalmente, o último álbum foi passado em revista em 7 temas, e em quase todos acabou por se sentir uma baixa no entusiasmo do público. Acabaram por se confirmar as minhas suspeitas de que este álbum não é dos melhores para audição em concerto. Pela positiva, destaco a interpretação sentida de "I wanted to be wrong", que Michael Stipe introduziu com um pequeno discurso sobre como não é fácil ser americano nos dias que correm. A faceta mais negativa na apresentação deste álbum registou-se em "Electron Blues", onde a banda não pareceu bem ensaiada na interpretação de um dos melhores temas do álbum.
A abertura do espectáculo foi bem escolhida, trazendo-nos "Departure" do álbum "New Adventures in Hi-Fi", que foi ignorado no concerto de há 6 anos. A competência da banda ficou bem evidente, como aliás não surpreende, na maioria dos outros temas. No entanto, ressalvo a maior discrição de Michael Stipe, que me fez sentir alguma pena - a performance em "What's the Frequency Kenneth?" foi apenas uma leve aparição do Stipe mais activo e frenético que eu gosto de ver.
Os pontos altos do espectáculo acabaram por ser os "clássicos-mais-clássicos" da banda, como "Losing my religion" ou "Everybody hurts", o que não abona em favor dos últimos trabalhos de Stipe, Mills e Buck. Pessoalmente, destaco as interpretações de "Drive" e "What's the Frequency Kenneth?".
O concerto trouxe-nos uns R.E.M. marcadamente mais políticos, mas menos enérgicos, o que comprometeu bastante o espectáculo. O aspecto mais memorável será certamente a componente visual, com um espectáculo de luzes sóbrio e de belos efeitos, e a inclusão de uma enorme tela que nos trazia a emoção do espectáculo conjugada com imagens de telediscos.
Em suma, um concerto interessante, mas que não ficará em muitas memórias, a não ser pelo aspecto visual e cénico.
publicado por ladoc às 17:32
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2 comentários:
De gena a 11 de Janeiro de 2005 às 16:41
Lu!!! obrigada pelo link ao teu blog. Agora virei aqui todos os dias.
beijinhos para ti
e um ganda bacalhau à Maria da Luz!:))
De Velouria a 10 de Janeiro de 2005 às 18:52
pois... :)

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